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Ara Ketu

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A nova cara do Ara Ketu: a vocalista Larissa Luz. A jovem de timbre forte e marcante está à frente da banda baiana que construiu uma carreira de sucesso na música brasileira.

Larissa Luz assumiu o comando do grupo na terça-feira do carnaval 2008 de Salvador. Logo na estreia levou os troféus Band Folia e Castro Alves, como cantora revelação.

O primeiro registro desta nova roupagem foi gravado em Salvador, no Trapiche Barnabé, em agosto de 2008. As ruínas de um antigo armazém na região do Comércio, na Cidade Baixa, ganharam iluminação cênica e um palco montado sobre um espelho d´água. O resultado, o dvd "Ara Ketu Ao Vivo em Salvador", tem 20 faixas, pelo selo da SonyBMG. O trabalho marca a nova fase do Ara Ketu.

São sete músicas inéditas: Tenho medo (Adelmo Casé), Ara Roots (Larissa Luz/ Adelmo Casé), Petit Gâteau (Larissa Luz/ Pietro Leal), Pavê (Alexandre Guedes / Augusto Conceição / Elivandro Cuca / Fábio Alcântara), Claro que te amo (Luciana Cardoso), Nirombá (Carlinhos Brown) e a música de trabalho É amor (Eva Cavalcante).

Com novos arranjos, foram gravados 10 antigos sucesso do Ara Ketu: Fanfarra (Jauperi/ Paulinho Levi), Bom demais (Dinha), Pipoca (Alain Tavares/ Clóvis Cruz/ Gilberto Timbaleiro), Festa na cidade (Pierre Onasis), Mal acostumada (Meg Evans/ Ray Araújo), Cobertor (Christyan), Pra levantar poeira (Pierre Onassis), Avisa a vizinha (Alain Tavares/ Gilson Babilônia), além de um pot-pourri afro com Uma história de Ifá (Itamar Tropicália/Rey Zulu), África (Ademário) e Princípio do mundo (Gilson Nascimento) e outro com Oh meu pai (Tatau/ Birro Pacheco) e Toma lá da cá- Meu troco (Tatau).

O novo DVD do Ara Ketu tem ainda mais três regravações – Em você tudo é lindo ( Carlos Carvalho Colla/ Reinaldo Arias Gomes), sucesso da Bandamel, Com carinho (Jauperi/Tenison Del Rey) da banda As Meninas e o reggae Árvore, de Edson Gomes.

Armandinho

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Armandinho, vem coroar os 15 anos do Muitos Carnavais. Sua marca registrada é a guitarra baiana, pois Armandinho Macêdo é considerado por muitos como um dos melhores guitarristas do mundo e seu repertório é extremamente variado, privilegiando as canções gravadas em mais de 15 discos, ao longo de 30 anos de carreira.

A "Guitarra Baiana" vai cantar mais alto e mostrar aos natalenses toda a magia do Trio Elétrico, a maravilhosa invenção de Dodô & Osmar, que revolucionou a história do Carnaval pelo Brasil.

A banda precursora do trio elétrico vai mostrar o melhor da música baiana para os foliões. E eles não vão se decepcionar: frevo, samba, choro e rock são alguns dos ritmos do repertório da Banda de Armandinho, que privilegia as canções gravadas ao longo de 30 anos de carreira. "Vida Boa", "Sarajevo", "Zamzibar" e o hino "Chame Gente", são certeza de muita festa.

Patusco

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Formada em 2002, a Patusco nasceu como parte do famoso bloco de mesmo nome, um dos mais tradicionais e animados do carnaval de Olinda.

De lá para cá, a banda, que faz cerca de 20 shows por mês, já dividiu o palco com artistas como Ivete Sangalo, Skank, Chiclete com Banana, Jota Quest, Babado Novo, Timbalada e Paralamas do Sucesso e virou presença certa em festas como a Olinda Beer, o Recife Indoor, Samba Recife, shows do Cerveja e Cia e Nana Banana, além de micaretas.

Famosa por arrastar multidões nas ladeiras de Olinda, traz em seu repertório sucessos de Beth Carvalho, Gonzaguinha, Lecy Brandão, Simone, Jorge Ben Jor e Tim Maia, além de sambas-enredo de escolas de samba tradicionais, como Mangueira e Portela. No palco, 27 músicos prometem garantir a alegria do Muitos Carnavais.

Sueldo Soaress

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No limiar da década de 80, a noite natalense adquiria o seu realce-mor na figura do músico Sueldo Soaress, que se iniciava nos bares então frenéticos no feliz terreiro de Poty. Presença altiva, rutilante, magnética; um brilho tal, que foi se tornando cada vez mais intenso, deixando patente o caráter daquilo que é definitivo. E a cidade, claro, reconhece nesse artista uma das suas expressões mais atuantes e reverenciadas dos últimos tempos.

Uma vez com o pé na estrada, Sueldo não parou mais. Sua experiência hoje se demonstra através de itens incontáveis. Idem no tocante à reciclagem de sua formação. Primeiro os bares, depois os festivais, aqui e alhures, onde ganhou diversos prêmios, consagrando-se como compositor e intérprete.

Sueldo não se destaca dos demais músicos por fazer músicas de influência negra acentuada, mas sim por lançar como proposta estética a exuberância e o brio de uma musicalidade repleta de impressões de tempo e de espaço, que lhe são peculiares. É raro encontrar alguém capaz de casar tão bem, quanto Sueldo, o swing com a suavidade. Preenche de carisma e sensualidade, esse dânde-mambembe esbanja seus dons, senhor absoluto da sua boa estirpe, a quem outro destino não compete senão o sucesso.

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